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As Tralhas da Alex

18
Mai18

Música ao vivo no Capitólio

Alex

21h30. Capitólio. Cheguei já a fila ia longa. Lá dentro, na sala do Capitólio, esperavam-me 2h de um concerto acústico (e para mim inesperado!). Erlend Øye, uma das metades dos Kings of Convenience, iria dar o primeiro dos três concertos agendados para Portugal.

 

O cantor e compositor norueguês juntou-se a mais três jovens músicos e, após as gravações para um novo álbum dos Kings of Convenience não terem corrido como esperado, resolveu apresentar uma digressão acústica com alguns temas novos, tanto a solo como acompanhado. Na noite de quarta-feira, ouviram-se músicas em inglês mas também em italiano, facto que não é de estranhar, uma vez que Erlend Øye está, actualmente, a viver na Sicilia.

 

O público ajudou ao ambiente, a boa disposição e tranquilidade em palco também, pelo que as quase 2h de concerto passaram a voar. 

 

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16
Mai18

Chill Out

Alex

Sol. Calor. Rooftops, esplanadas, terracitas, praias e miradouros. Mojitos, daiquiris, cosmopolitans, gins, sidras, sumos naturais. Boa companhia. Boa música. Boa vida! :)

 

 

 Tom Misch - It Runs Through Me (featuring De La Soul)

14
Mai18

coisas simples

Alex
'Quero brilho dos olhos, e viragens repentinas do irredutível, viagens ao outro lado do mundo por apenas um fim de semana, amor de rebentar botões de camisas, cafés olhos nos olhos e gargalhadas cúmplices. Quero sorte das estrelas, passos firmes, e o teu cheiro para sempre no meu cabelo.'
 

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 foto by S.

 

14
Mai18

Suite 647

Alex

Se a última semana foi vivida a mil à hora, este fim de semana não ficou atrás. A verdade é que adoro agendas cheias. Gosto de aterrar no sofá ao fim do dia com aquele cansaço bom de quem teve um dia cheio de coisas para fazer. Foi precisamente o que aconteceu este fim de semana com a agenda completamente 'full' entre família, arrumações, treinos, almoços na praia, Benfica, teatro. E é precisamente sobre este último tema que vos quero falar. 

 

Um quarto de hotel, a Suite 647, dá o nome a esta peça que está em cena no Auditório dos Oceanos no Casino de Lisboa. Trata-se de uma comédia negra onde um conjunto de crimes e episódios absurdos se desenrolam num ambiente cheio de suspense. A história decorre no mesmo quarto de hotel em 2038, mas também em mais dois registos temporais, em 2018 e em 1998. A trama envolve um gestor em idade avançada arrependido dos seus crimes, uma prostituta, a primeira e segunda mulheres do velho gestor, o seu sócio e um empregado do hotel. Entre diálogos frenéticos recheados de momentos sinistros e hilariantes, assistimos a uma viagem no tempo durante cerca de 90 minutos.

 

O guião foi escrito originalmente em 1994 pelo inglês Alan Ayckbourn e a versão agora em cena, traduzida e adaptada por Fernando Villas-Boas, tem encenação de Fernando Gomes. Conta com a interpretação de Gabriela Barros, Jorge Corrula, Manuela Couto, Ruben Madureira, Sérgio Praia, Sissi Martins.

 

A peça estará em cena no Casino de Lisboa até ao final do mês de Maio. Recomendado!

 

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08
Mai18

Reza-se o Fado em Alfama

Alex
Das melhores combinações que se podem fazer é juntar a boa gastronomia com a boa música. Melhor ainda quando a música que se ouve é tão nossa. O Fado. Património Imaterial da Humanidade desde 2011.
 
É em Alfama que podemos encontrar um dos meus locais de eleição para ouvir Fado, a Mesa de Frades. Aqui mais do que se escutar, reza-se este tipo música pois estamos, literalmente, numa antiga capela de um velho palácio oitocentista - o Palácio Dona Rosa. Atrás de uma grande porta verde, escondida algures na Rua dos Remédios, podemos encontrar a experiência do Fado no seu estado mais simples e puro. O espaço é intimista e familiar, onde a proximidade entre o fadista e quem escuta é absoluta. Os poucos metros quadrados do local e as suas paredes cobertas de azulejos conferem-lhe o ambiente de 'Capela de Fadistas'. Aqui, as vozes, as clássicas e as recentemente descobertas, as de desconhecidos e as de amigos de longa data, juntam-se à viola e à guitarra portuguesa para noites onde o novo e o velho Fado se encontram.
 

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Pode aproveitar a visita para jantar ou aparecer apenas a partir das 23h para tomar uma bebida e ouvir uns Fados. Aqui não existe alinhamento, pelo que se vai cantando o Fado ao sabor do que pede o momento. Vozes mais experientes como as de Celeste Rodrigues, João Braga ou Ana Sofia Varela ou mais jovens como as de Teresinha Landeiro, Matilde Cid, Rodrigo Rebelo de Andrade ou Tânia Oleiro, fazem parte das noites na Mesa de Frades.
 
 

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Mesa de Frades
Rua dos Remédios, 139, Lisboa (Alfama)
917029436
03
Mai18

Blues em Lisboa

Alex

A música tem um papel fundamental para mim. A verdade é que ela está presente em quase todos os momentos do meu dia-a-dia, seja no trabalho enquanto preencho aquele ficheiro bem aborrecido, seja em casa enquanto cozinho para e com os amigos, seja enquanto faço desporto ou, até mesmo quando adormeço. Por isso, é natural que goste de ouvir estilos bem diferentes que não só combinam com o momento mas também com o 'mood'. Seja na rádio ou ao vivo, a música está-me impregnada no ADN.

 

Gosto muito de assistir a um bom concerto ao vivo e, os que são inesperados, ainda têm um sabor mais especial. É por isso que vos gostava de falar da noite de terça-feira. Ben Harper & Chalie Musselwhite ao vivo na Aula Magna. Desta vez, o californiano de 'Diamonds on the inside' dividiu (e muito bem!) o palco com o rei dos blues que, do alto dos seus 74 anos, nos mostrou porque é que é considerado o mestre da harmónica. A parceria de ambos já não é nova, tendo começado em 2013 quando gravaram o primeiro álbum 'Get Up!', que lhes valeu um Grammy. A Lisboa trouxeram-nos temas do álbum recentemente gravado 'No Mercy in This Land', tendo sido acompanhados em palco por mais três músicos na guitarra, baixo e bateria. O resultado desta conjugação foi um serão de boa música, onde viajámos entre as músicas mais animadas do blues e os momentos mais comoventes quando se escutaram temas como 'Nothing At All' ou 'When Love is Not Enough'.

 

Pessoalmente, não conhecia a fundo o álbum, daí que o concerto tenha sido ainda mais surpreendente. É bom quando a música tem o poder de nos transportar para sítios diferentes e quando nos faz sentir envolvidos no momento. Foi muito bom estar ali. O Ben, o Charlie, tu e eu.

 

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