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As Tralhas da Alex

11
Fev19

Crazy little thing called love

Alex

 

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'Há quem tenha dificuldade em abrir-se para o amor. Há quem tenha nascido para o amor. Outros... outros andam à procura. À procura de alguém que os ame da forma que merecem.'

You, Netflix*

 

Depois de mais um episódio da série que me tem feito companhia no sofá fiquei a pensar sobre como somos nós à luz do amor. Cada pessoa sente, naturalmente, o amor à sua maneira. Muitos têm dificuldade em dar-se, em mostrar e partilhar afetos. Não significa que sejam desprovidas de sentimento, simplesmente têm maior dificuldade em expressar-se. O que, em última instância, pode magoar bastante não só o próprio como as pessoas que o rodeiam, pois podem não compreender um feitio assim.

 

Outros há que são amor da cabeça aos pés. Vivem este sentimento intensamente. São eternos apaixonados. Para este tipo de pessoas, o amor é fácil. Deixam-se conquistar com a maior naturalidade e leveza do mundo. As emoções são vividas de uma forma muito profunda, bem como as tristezas e as perdas. No amor, são como montanhas russas. Tudo ou nada. O que também pode não ser fácil de lidar.

 

E, depois, existem aqueles que procuram apenas alguém que os ame da forma que merecem. Claro que, para cada um de nós, esta forma é diferente. Mas acredito que, a essência será muito parecida. Acredito que todos procuramos no outro mais ou menos as mesmas coisas, ou seja, o companheiro(a), o amigo(a), aquela nossa pessoa que, quando algo de bom ou mau nos acontece, é a primeira com quem queremos conversar. Aquela pessoa que nos faz querer ser melhores e que vê o melhor de nós também. Aquela pessoa que nos trata bem, que nos mima, que tem um abraço casa e uma paciência feita de açúcar. Aquela pessoa que nos sabe dar espaço quando precisamos. Aquela pessoa que sabe exatamente o que gostamos na mesa, na música, no cinema e no que vestir. Cabe-nos a nós e ao nosso amor próprio termos força suficiente para não aceitarmos menos que a simplicidade das coisas básicas. Como costumo dizer existem os mínimos olímpicos. E, sem estes, o amor não pode ser amor.

 

*Guinevere Beck (Elizabeth Lail) é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar numa livraria em East Village, onde conhece o charmoso gerente, Joe Goldberg (Penn Badgley). Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a rapariga dos seus sonhos, e fará de tudo para conquistá-la — usando a internet e as redes sociais para descobrir tudo sobre Beck. O que poderia ser visto como paixão transforma-se numa obsessão perigosa, uma vez que Joe não vai medir esforços para tirar de seu caminho tudo e todos aqueles que podem ameaçar seus objetivos.

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